Ore por uma professora cristã no Paquistão

Uma colaboradora que atua como professora no Centro de Mulheres precisa das nossas orações. Seu esposo, Kashif* sofreu um acidente há alguns anos e, desde então, vem apresentando problemas de saúde mental. Recentemente, a situação vem piorando e ela está preocupada com a segurança dele e também dos filhos.

Além disso, a professora teme que, em seus episódios de confusão mental, ele possa dizer algo blasfemo, o que colocaria a família toda em risco. Há um grupo de líderes cristãos apoiando a família. “Às vezes, não há uma melhora visível, em casos como esse, então eles precisam de nós para caminhar e seguir em frente. Ajudamos em oração, no cuidado de suas vidas e com aconselhamentos apropriados. Esse trabalho em Cristo é transformador, com certeza”, comenta um dos líderes.

Ele também disse: “Acredito que Deus traz à igreja pessoas como Kashif, para nos ensinar a ser mais fieis e também para nos mostrar que não devemos desistir”. Outro líder acrescentou: “Precisamos nos manter unidos. Por favor, estejam juntos com cada um de nós em oração, para que possamos colaborar com a vida da professora enquanto ela serve a Deus”, disse o pastor que está ministrando a palavra à família.

*Nome alterado por motivos de segurança.

Como vivem os cristãos na Índia

Há anos que a violência vem aumentando consideravelmente no país; a intenção dos extremistas religiosos é que a nação seja hinduinizada

A Índia está em 15º lugar na atual Lista Mundial da Perseguição, classificando-se como um dos países onde é mais perigoso seguir a Cristo. A violência contra os cristãos aumentou consideravelmente e a igreja tem sido alvo, principalmente, de extremistas hindus. O hinduísmo é defendido pelo governo, por isso as atividades nas igrejas são constantemente vigiadas. Há inclusive leis que proíbem os indianos de se converterem ao cristianismo

Entre os incidentes mais comuns estão: ataques às casas dos fiéis, líderes cristãos perseguidos, ameaçados, violentados e até mortos. Esses crimes estão acontecendo com mais frequência, nos últimos anos, por causa da impunidade judicial. Só no período das comemorações de Páscoa, cinco igrejas, em cinco estados diferentes, foram alvo de extremistas. Muitos cultos foram interrompidos, cristãos e líderes levados à delegacia, houve ameaças e até agressão física. Mas apesar de tantos obstáculos, a igreja continua crescendo.

Quase todos os cristãos indianos são perseguidos, mas os ex-hindus são mais pressionados por que tanto a família quanto a comunidade tentam forçá-los a retornar à antiga religião. Um processo de hinduinização está sendo plantado no país, por isso as minorias religiosas ficam ainda mais vulneráveis. A intenção dos extremistas religiosos é que a nação seja completamente hindu e eles investem muito nisso. O número de incidentes aumenta a cada ano, o que parece ser apenas a ponta do iceberg, já que a maioria dos casos não é oficialmente registrado. Essa tendência é perigosa para a igreja no país, que necessita muito de orações.

Fonte: portas abertas

A Ideologia de Gênero

No último dia 20, a líder do Ministério Diante do Trono de Louvor, Ana Paula Valadão, fez uma crítica em suas redes sociais a respeito da propaganda da loja C&A, que faz alusão à ideologia de gênero, mostrando homens vestindo roupas femininas e mulheres vestindo roupas masculinas.
 
O post rendeu mais de 540 mil comentários e repercutiu nos principais sites de notícias. Milhares de internautas reagiram, dirigindo palavras agressivas e todo tipo de xingamentos, não somente a cantora, mas a todos os cristãos.
 
Nossa posição
 
Nós, da MCM, ficamos com a Palavra, que diz: “E criou Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou” (Gn 1.27). Tanto na sociedade como na família, ambos exercem funções importantes: a de marido ou esposa, pai ou mãe, filho ou filha, irmão, a de provedor, educadora, amiga, patrão ou empregado, a de pastor ou ovelha, a de aluno ou professor etc.
 
Esses papeis estão bem definidos na Palavra de Deus e somente um equilíbrio entre eles garante o bom andamento da família, da igreja e da sociedade (Tito 2.4,5; 1 Pedro 3.1-7; Provérbios 14.1).
 
Portanto, somos contra a ideologia de gênero, pois ela não aceita diferenças entre homens e mulheres e prega que a percepção que as pessoas têm de sua própria sexualidade, depende da educação recebida e pode ser diferente de seu sexo biológico. Ou seja, ninguém nasce homem e nem mulher.
 
Essa ideologia tem suas raízes nos estudos de Marx e Engels que diziam que a submissão da mulher ao homem é a fonte de todas as formas de opressão e o principal impedimento para a igualdade social.
 
Segundo eles, a solução para esse problema seria o Estado assumir a tarefa de educar as crianças como bissexuais, para que a masculinidade e a feminilidade deixassem de ser naturais. Portanto, a ideologia de gênero veio como uma tentativa para se alcançar esse objetivo.
 
Invadindo os livros didáticos
 
Os livros distribuídos nas escolas para a educação infanto-juvenil em 2016 vieram impregnados da ideologia de gênero.
 
“As crianças serão informadas sobre arranjos familiares de gays e lésbicas, com adoção de filhos. Elas tomarão conhecimento de bigamia, poligamia, bissexualismo e transsexualismo. Aprenderão a observar melhor os próprios corpos e os corpos dos outros através de exercícios em sala de aula, orientados pelo livro didático. Os livros também lhes dirão das doenças sexualmente transmissíveis e dos mais diferentes métodos anticonceptivos”, afirma o professor Orley José da Silva.
 
Proteja sua família
 
É dever de todo cristão proteger a família de qualquer artimanha para tentar dissolvê-la ou diminuir sua importância. Não se cale diante da ideologia de gênero, que além de ser contrária aos princípios cristãos, também é crime.
 
Crianças e adolescentes são pessoas em desenvolvimento e, por isto, encontram-se em situação de vulnerabilidade psicológica. A criança não distingue entre o que é informado, sugerido ou ordenado. Por isto, o Direito e a Psicologia desaprovam a exposição de temas, como a ideologia de gênero, pois pode influenciar negativamente em sua formação psicológica.
 
Quem decide sobre a educação sexual dos filhos são os pais. O Governo não tem nada a ver com isso. Ele não tem o direito de decidir o que é certo ou errado em relação a isso”.

Pr. José Rodrigues

EUA emite relatório anual sobre liberdade religiosa

A Comissão de Liberdade Religiosa Mundial é uma das principais agências do governo dos Estados Unidos emitiu seu relatório anual no início de maio, onde diz que “a liberdade religiosa sofreu sérios ataques em diversos países, durante o ano de 2015” e que vai adicionar sete países à lista das nações que cometem crimes hediondos.
 
São estas: República Centro-Africana, Egito, Iraque, Nigéria, Paquistão, Síria e Vietnã. Além disso, o relatório incluiu algumas regiões da Europa Ocidental que merecem monitoramento por causa de alguns acontecimentos preocupantes. No ano passado, a comissão fez a mesma recomendação sobre estes países, além do Tajiquistão e o Departamento de Estado só os reconheceu no dia 14 de abril desse ano.
 
Os Estados Unidos apontam estes países por diversos motivos, entre eles as violações da liberdade religiosa, incluindo tortura ou castigo desumano, detenção prolongada sem acusação, desaparecimento de pessoas, seja por motivo de sequestro ou detenção clandestina, negação do direito à vida e a liberdade em vários setores ou à segurança pessoal.
 
As leis americanas fazem com que a Casa Branca tome suas medidas para promover uma melhoria nesses países através de negociações ou sanções unilaterais“, diz um dos representantes da comissão. Além disso, a avaliação anual verifica o nível de violação dos direitos humanos em todo o mundo.
 
Alguns países já foram selecionados formalmente e são motivo de preocupação para os EUA, entre eles estão Mianmar, China, Eritreia, Irã, Coreia do Norte, Arábia Saudita, Sudão, Turcomenistão e Uzbequistão. No geral, o relatório diz que a situação era ruim, mas ficou ainda pior.
 
Há muitas restrições para os cristãos e outras minorias religiosas. Na China, por exemplo, durante o ano passado, o governo intensificou a perseguição a grupos religiosos considerados uma ameaça à supremacia e manutenção do Estado. Muitas igrejas foram demolidas e cruzes foram derrubadas como forma de protesto contra o cristianismo. No Paquistão, há muitas pessoas no corredor da morte ou que foram condenadas à prisão perpétua por blasfêmia, o que tem encorajado os talibãs a intensificarem a violência contra as minorias religiosas. Na Nigéria, o grupo Boko Haram continua a atacar os cristãos, sequestrando meninas, invadindo escolas, afetando inclusive os países vizinhos e deixando milhares de mortos e milhões de deslocados. Na Índia, os grupos nacionalistas hindus estão realizando ataques violentos e batalhando por conversões forçadas ao hinduísmo“, afirma o relatório.
 
O Relatório sobre Liberdade Religiosa apenas confirma a triste realidade de nações que rejeitam o cristianismo, entre outras minorias religiosas, e que vão além, perseguindo e matando todos aqueles que se negam a seguir a fé imposta por seus líderes.
 
Fonte: Portas Abertas

Meninas nepalesas se casam com deus hindu

As irmãs Ishita e Riddhima Shrestha, de 3 e 9 anos, estão entre as dezenas de meninas nepalesas que participam da cerimônia do “Ihi O Bel bibaha“, um ritual de chegada da idade adulta praticado pela comunidade Newar.
 
Os Newar, povo indígena do Vale de Katmandu, combinam em seus costumes elementos do hinduísmo e do budismo.
 
A cerimônia, que é praticada várias vezes por ano numa histórica praça, dura dois dias e consiste em casar as meninas pré-púberes com a deidade hindu Vishnu, simbolizada pela fruta local, o marmelo de Bengala.
 
O costume centenário serve para proteger as meninas do estigma que a viuvez tem para esta comunidade, ao assegurar que o primeiro marido de uma mulher newar – o deus – inevitavelmente sobreviverá a sua esposa mortal.
 
Durante a cerimônia, as meninas seguram o marmelo em uma das mãos e tocam a estátua do deus com a outra, simbolicamente oferecendo a Vishnu sua mão em casamento.
 
Os pais das meninas também asseguram seu lugar no paraíso através do “kanyadaan” – a prática de oferecer sua filha em matrimônio -, segundo os sacerdotes que conduzem a cerimônia.
 
Estas são tradições transmitidas por nossos ancestrais, temos que segui-las e mantê-las vivas. É nossa cultura“, explica Dipendra Shrestha, pai de duas meninas.
 
Depois dos rituais, a noiva ganha presentes e é realizado um banquete para familiares e amigos.
 
Fonte: G1

Elizabete II fala sobre a influência de Cristo em sua vida

A rainha da Inglaterra, Elizabeth II, fala sobre o papel central de Jesus em sua vida num novo livro. Prestes a completar 90 anos, ela está lançando “The Servant Queen and the King She Serves” [A Serva Rainha e o Rei que Ela Serve].

Eu tenho sido – e continuarei sendo – muito grata pelas suas orações e a Deus por sua benignidade”, escreveu a monarca no prefácio da obra, que deve ser lançada em abril.  “Realmente tenho visto a sua fidelidade”, acrescenta.
 
Editado conjuntamente pela Sociedade Bíblica, HOPE e o Instituto de Londres Para O Cristianismo Contemporâneo (LICC), serão distribuídas cópias gratuitas em milhares de templos da Igreja da Inglaterra (Episcopal Anglicana). Elizabeth é, como rainha, a Governadora Suprema da Igreja da Inglaterra.
 
Mark Greene, diretor executivo da LICC, é o co-autor da obra biográfica. “Enquanto escrevia este livro e falava sobre ele com meus amigos e familiares que não conhecem a Jesus — e também com meu barbeiro judeu — fiquei impressionado em ver como eles se interessaram em saber mais sobre a fé da rainha”, comemora.
 
A rainha tem preocupação com os outros e uma clara dependência em Cristo”, afirma Greene.
 
O jornal Star Tribune destacou que, além de sua fé, a rainha também aborda a perseguição contínua dos cristãos no Oriente Médio, um assunto que ela tem mencionado nos seus discursos em diversas ocasiões.
 
Para Roy Crowne, diretor-executivo da HOPE, em 21 de abril, o aniversário de Elizabeth será uma boa oportunidade para os cristãos “agradecerem a Deus e à rainha por sua vida e exemplo de como uma seguidora de Jesus Cristo”.
 
Fonte: Gospel Prime

O que há por trás da canção Te agradeço

Dennis Jernigan viveu, desde pequeno, em uma fazenda no interior dos EUA. Aos nove anos de idade já tocava piano no louvor da igreja que seu avô pastoreava. Sua família era bem à moda antiga, e demonstrações de carinho físico não eram parte da rotina.
 
Dessa forma, Jernigan cresceu com o pensamento de rejeição. Achava-se indigno de ser amado, por isso, trabalhava ao máximo para fazer todas as coisas da melhor forma possível, achando que assim seria amado. “Lembro-me de ser um menino que desejava a aprovação e aceitação do meu pai para todas as áreas da minha vida”, afirma Dennis.
 
Mas a frustração aumentava, uma vez que essas habilidades e conquistas não diminuíam seu sentimento de inferioridade. “Olhando para trás, percebo que era uma criança muito egoísta. Eu achava difícil acreditar que alguém me amava. Sentia-me inútil. Então, eu tentei ser o melhor em tudo: trabalhos escolares, basquete, música, etc. Mas nunca parecia ser bom o suficiente”.
 
A homossexualidade
 
Esse sentimento de rejeição apoderou-se também da sua vida sexual. “Essa é a parte mais dolorosa da minha vida, uma parte que eu tentei esconder. Satanás, o tempo todo tentou impedir o plano de Deus para mim. Isto incluiu a parte sexual. Como me sentia rejeitado pelo principal homem da minha vida (meu pai), comecei a ansiar por intimidade com outros homens, de maneiras perversas”.
 
Um dos momentos cruciais da sua vida aconteceu em janeiro de 1981, quando um dos homens mais respeitáveis da comunidade se aproximou de Jernigan, preocupado com seu bem-estar. Todos o respeitavam muito, todos achavam que ele era um ótimo marido e pai. Com a aproximação, veio a confiança, e Jernigan sentiu-se livre para contar seu segredo. Mas o homem veio com intenções sexuais e acabou assediando Jernigan.
 
A dor foi tão grande que ele decidiu tirar sua vida, desistindo de obter ajuda para seu problema. Foi para casa e tentou se matar, mas, pensando na eternidade, preferiu viver da forma como achava que havia sido criado para ser.
 
A voz do Senhor
 
O Senhor não desistiu de restaurar completamente a vida de Jernigan. “O Senhor falava ao meu coração: ‘Dennis, eu te amo. Eu sempre te amei Dennis, você é meu filho! Eu te amo e sempre vou te amar’. Foi então que eu perdi a necessidade de ser aceito e amado por outros, porque eu recebi o amor de Jesus. Foi também neste mesmo tempo em que os pensamentos e desejos sexuais perversos foram alterados. Ele começou a substituí-los por pensamentos santos e puros sobre o amor sexual”.
 
É tão incrível ver que Deus me amou suficiente para preservar minha vida das doenças sexualmente transmissíveis, como a AIDS, mesmo eu vivendo na promiscuidade. Uma coisa que me manteve durante os primeiros anos da minha vida quando eu senti vontade de desistir e viver em pecado, foi o fato de que Jesus continuou me chamando”.
 
Testemunho que transforma
 
O mais interessante em seu processo de cura ocorreu em 1988, quando decidiu não se esconder e liberar de vez sua cura. Contou para a igreja que congregava todo esse testemunho que você leu, e ali muitas outras vidas confessaram suas dores e fardos da alma.
 
Percebi que Deus queria tirar os maiores fracassos e fraquezas da minha vida e torná-los meus pontos mais fortes – e que Satanás queria mantê-los escondidos para que ele pudesse usá-los contra mim. Naquele dia, eu coloquei publicamente a minha vida e minha reputação de servir a Jesus em uma maneira impressionante”.
 
Até hoje Jernigan percorre o mundo ministrando louvor maravilhosamente, levando seu testemunho e fazendo a obra de Deus, abençoando muitas vidas.
 
Suas circunstâncias, seus pecados, suas feridas, etc., podem ser diferentes das minhas, mas a resposta ainda é a mesma – Jesus”.
 
Fonte: www.dennisjernigan.com